Campanhas internas não são só sobre comunicar: são sobre mover pessoas. Em um mundo corporativo cheio de informações, o desafio da comunicação interna é capturar a atenção e, mais do que isso, despertar emoção, pertencimento e ação.
Mas como fazer isso em meio a tantos murais, e-mails e posts corporativos? A resposta está na criatividade com propósito, aquela que entende o contexto, fala a língua das pessoas e transforma o cotidiano em uma experiência. E é exatamente aqui que entra o papel de uma agência de comunicação interna: transformar mensagens institucionais em histórias que fazem o colaborador sentir, sorrir, refletir e participar.
Uma das armadilhas mais comuns das campanhas internas é querer atingir todos os públicos de uma só vez e acabar não tocando ninguém. A comunicação eficaz não é a que fala mais alto, e sim a que fala de forma certa.
Campanhas que fogem do óbvio são aquelas que mergulham na cultura da empresa, entendem seus códigos e constroem algo autêntico. Elas nascem de perguntas simples, mas poderosas:
- O que está acontecendo na rotina das pessoas?
- O que realmente as emociona, preocupa ou diverte?
- Como podemos transformar esse tema em algo vivo e participativo?
É com essa sensibilidade que uma boa agência de comunicação interna cria impacto. Não com fórmulas, mas com empatia e escuta ativa.
O que faz uma campanha ser memorável é o elemento surpresa.
Pode ser um humor leve, uma metáfora bem construída, uma experiência interativa ou até uma ação simbólica simples, mas com significado. Por exemplo:
- Usar uma lenda japonesa para mobilizar os colaboradores de uma empresa, em vários países da América do Sul, para fazer 1.000 origamis e desejar boa sorte para uma equipe em um projeto importante.
- Uma cadeira fixada no teto causando estranhamento e gerando atenção para um assunto importante, como já fizemos para uma ação sobre violência doméstica para o Carrefour.
- Abordar um assunto como Segurança do trabalho de forma divertida e leve, mas, ao mesmo tempo, reforçar de forma enfática condutas importantes.
Essas ideias só nascem quando a agência entende que comunicação interna não é um checklist, e sim uma oportunidade de criar momentos de conexão genuína.
As campanhas que mais engajam são aquelas que:
- Têm propósito: não comunicam por comunicar, mas resolvem um desafio real da organização.
- São coerentes com o tom da marca: a estética e a linguagem refletem quem a empresa é.
- Convidam à participação: colaboradores deixam de ser público e viram parte da criação.
Quando bem-feita, a campanha interna vira memória coletiva, algo que as pessoas lembram com orgulho, porque se sentiram parte de algo maior.
Fugir do óbvio não é ser aleatório. É ousar com propósito, respeitando o contexto e a cultura da empresa. Uma boa agência de comunicação interna sabe equilibrar criatividade e estratégia. Provocar, mas sem perder o foco no resultado.
Na Megafone, acreditamos que a melhor campanha é aquela que desperta uma conversa sincera. Porque quando as pessoas falam, elas se conectam. E é dessa conexão que nascem equipes mais engajadas, marcas mais fortes e empresas mais humanas.
E a Megafone nasceu para vivê-la (e reinventá-la) todos os dias.