Reduzir comunicação interna a mural, e-mail ou WhatsApp é um dos erros mais comuns (e mais caros) — dentro das empresas.
Esses canais não são o problema. O problema é quando eles viram o fim, e não o meio. Comunicação interna não começa no canal, começa no entendimento do que precisa ser comunicado, para quem e com qual objetivo.
Quando a empresa acredita que comunicar é apenas “enviar”, ela ignora um ponto essencial: as pessoas interpretam, filtram e sentem o que recebem. Uma mensagem pode até chegar, mas isso não garante que ela foi compreendida ou incorporada ao dia a dia.
Comunicação interna é um processo contínuo, não um conjunto de ferramentas. Ela envolve contexto, narrativa, frequência, tom de voz e, principalmente, coerência entre discurso e prática.
O mural pode informar.
O e-mail pode registrar.
O WhatsApp pode agilizar.
Mas nenhum deles, sozinho, constrói engajamento, pertencimento ou alinhamento estratégico.
Quando a comunicação interna é pensada de forma estratégica, os canais entram como apoio a uma jornada maior, que respeita a atenção das pessoas e cria sentido ao longo do tempo.
É esse olhar que diferencia comunicação operacional de comunicação interna estratégica.
E a Megafone nasceu para vivê-la (e reinventá-la) todos os dias.